Cracóvia

 

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Hoje o dia amanheceu nublado e frio. Acordamos cedo para conhecer mais de Cracóvia.

As comparações são inevitáveis, a praça principal da Cidade Velha, com cafés é muito parecida com a de Praga, porem maior. O castelo no alto da colina Wawel sobre um rio, é como o de Budapeste, porem mais antigo.

A cidade é linda, com muita historia pra contar. Passamos pelo Castelo real e a catedral. Lá que Karol Wojtyla, rezava suas missas quando sacerdote de Cracóvia. Ele é muito amado aqui, pela cidade há varias estatuas em sua homenagem. Fomos também na casa onde morava e na universidade que estudou, antes de ir para o seminário.

Fomos ainda ao bairro judeu, lugar que nos reporta a invasão nazista em 1939. Conhecemos a antiga fábrica de esmaltados de Oskar Schindler, que foi retratado no filme “A Lista de Schindler”. Hoje é um museu, com exposições que são tanto informativas quanto comoventes. Ele salvou mais de mil judeus dos campos de concentração. Em frente a fabrica, a frase: “Aquele que salva uma vida salva o mundo inteiro”.

Almoçamos pela praça e a tarde fomos ao Campo de concentração de Auschwitz. Neste momento o grupo se dividiu, nem todos quiseram ir. Alguns ficaram pela cidade velha e outros seguiram para Auschwitz. O dia continuava cinza e frio, o sol realmente não combina com este lugar. Lá foram mortos 1.400 milhões de pessoas, 90% judeus. A quem diga que este número passa de 4 milhões, mas não ha registros. Foi construído em 1940, com o objetivo de abrigar presos políticos poloneses, logo tornou-se um campo de extermínio. Um lugar horrível, mas que todas as pessoas deveriam ter oportunidade de conhecer. É impressionante como o ser humano pode ser tão maravilhoso e como as vezes é capaz de tantas atrocidades. Deixar essas lembranças vivas e não esquecê-las é uma vitória, pela qual Hitler não esperava!

Amanha seguimos para Varsóvia!